domingo, 13 de fevereiro de 2011

Dia de Bobeira...

Bom dia sol, bom dia! Dia
Na malemolência desse dia
Vejo-me às vezes sem entender
Das coisas o por que
Os Don´t know why
Da minha vida estão se tornando constantes demais
A única certeza que tenho é de que não quero mais
Ser aquela menina boazinha de trança que de família boa nasceu
Mas, viveu e nada aconteceu
Dizem que nós temos que ser o que queremos do mundo
Sei que isso pode ser bobo, mas a pura verdade
É somos como filigranas
Os detalhes as particularidades que nos fazem ser tão perfeitos
Não perfeitos de um modo pesaroso, mas de um modo que sabemos a divindade de nossa criação
Bastaria somente fazer um prefácio que definiria total e qual existência insana
Não saberia dizer quem eu sou mais do que dizem de mim
As minhas alegrias e minhas tristezas não se definem somente por tudo aquilo que passo
Eu mudo, eu falo, eu canto.... Mas nada disso pode me fazer feliz
E numa contra posição podemos ter algo muito mais simples algo como orvalho que me tira lágrimas numa manhã fria.
Sabe às vezes penso que ser e existir são duas coisas que não podem se completar
Sendo quem eu penso que sou tenho uma existência, tantas vezes majorada por mim
Mas que não vai me render frutos nos fim
Os versos que tentei escrever para com meu blog voltar
Saíram mais desconexos do que eu podia imaginar
Não a rima, não há sonoridade
Primeiro era poema depois virou qualquer outra coisas que ninguém sabe
Aproveitando o espaço tão cheio de informações para deixar
Um alô para aqueles que sabem me levar
Sou difícil, isso não há como discutir
Há uma coisa diferente em mim que ainda não sei definir
Sempre escuto isso de várias pessoas.
Não digo que seja ruim, mas a diferença abre campo para coisas incríveis
E também indefiníveis
Por isso, para não continuar7 enchendo esse texto de asneiras
Vou terminando porque acabou a hora da bobeira